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A IA deve dominar 90% do conteúdo até final do ano.

Posts mais rasos, curtos e artificiais.

Hoje, a saturação de conteúdo e a maturação do mercado desaceleram o crescimento das redes sociais.

Os usuários querem menos conteúdos fake e mais histórias reais e humanas.

Com isso, o mundo do esporte precisa ser criativo, mesmo com um calendário cada vez mais cheio.

Não é fácil, mas é o caminho para gerar novas receitas.

O Australian Open não só conseguiu ser criativo, também desenhou um produto atrativo para marcas e fãs: o 1 Point Slam.

Um evento prévio ao torneio com a participação de atletas amadores, celebridades e profissionais, incluindo Alcaraz, Sinner e Coco Gauff.

O novo formato, que bombou nas redes sociais, premiou um amador de 37 anos com AUD 1 milhão após vencer jogos de apenas um ponto.

O 1 Point Slam foi patrocinado pela Kia, e o valor dos ingressos iniciava em AUD$ 29.

O que podemos aprender?

  • Autenticidade gera identificação. O tenista amador representou todos que normalmente ficam fora da quadra.
  • O efeito do azarão funciona. Histórias David vs Goliath geram torcida em 88% dos casos.
  • Formato curto e linguagem digital. Com atenção média de 47 segundos, o modelo é perfeito para redes sociais.
  • Mistura de perfis amplia audiência. Celebridades, profissionais e amadores atraem novos públicos e territórios.
  • Novo ativo comercial, nova receita. Ativações exclusivas aumentam o retorno para marcas. A Kia foi a grande protagonista.

Foco no fã de verdade é colocar ele na quadra com Alcaraz.

Com chances reais de vitória.

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